Wednesday, January 26, 2011

Week of 24 Jan - 28 Jan 2011

"Mas o que são os zumbidos se não há ninguém para escutá-los? São nada. Ou tudo...mas digam-me: se não há ninguém, como pode alguém contar esta história? Mas isto não é uma história, amigos. Não existe história onde nada acontece. E uma coisa que não é uma história talvez não precise de alguém para contá-lo. Talvez ela se conte sozinha. Mas contar o que, se não há o que contar? Então está certo: se não há o que contar, não se conta. Ou então se conta o que não há para contar."

Eu gosto muito essas frase porque me lembra de um puzzle que foi me dado durante o colégio. Se existe uma floresta sem nada vivente morando dentro e uma árvore caiu será que isto fez um som? E daí tem que concordar numa definação da palavra de som e se torna numa questão filosófico. Este conto ao invés de usar o metáforo de uma floresta e um som usa hístoria e os acontecimentos que passaram durante ela. História acontece sem ter que ter alguém a observando. Mesmo sem alguma pessoa ou até um ser vivente de qualquer forma observando a hístoria do planeta ou o universo continua. Não é preciso ser vista para justificar sua existência, a hístoria simplesmente existe. Eu acho este conto um bom argumento que se uma árvore caísse na floresta sem alguém ver, ainda faria um som.


Os Fados

Eu assiti este filme na sexta-feira. Eu gostei da música apresentada durante o show, mas não gostei muito da dança interpretativa que tinha nada ver com as músicas performadas. Eu concordo com o comentário que este filme era um gasto de noventa minutos. Porém eu gostei da música e até tinha algumas que eu escutaria fora do filme, mas a dança foi horrível e me fez rir durante o filme inteiro. Minhas músicas favoritas foram as da África.

Thursday, January 20, 2011

Week of 17 Jan - 21 Jan 2011

Tenho algumas citações diferentes que quero usar do conto, O Enfermeiro. "A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias...No fim de três meses estava farto de o aturar..."

È bem interessante para notar que este acontecimento é normal. Eu acredito que essas duas frases descrivem muito bem a vida real de várias pessoas. Também, eu creio que o Procópio seja um homen muito paciente. Talvez seu motivo seja suspeito, porém, de qualquer maneira ele aguenta muita punição do Coronel. Eu posso ver um exemplo na minha própria vida e provavelmente na vida de muito missionários da Igreja. Geralments os primeiros dias com um novo companheiro são uma "lua-de-mel" porque as duas pessoas estão tentando se conhecer. Ambos os missionários talvez estejam tentando colocar o cara melhor possível para o outro na esperança que a transferência vá bem e que se deêm bem. Portanto, ao longo das primeiras semanas os dois começam a conhecer os ponto fracos um do outro e talvez vê uma coisas que pertuba ou testa a paciência. E aí começa a ver o relacionamento real. Neste momento os dois podem usar comunicação efetiva e resolver as diferenças ou, como o Procópio, pode estar "farto de o aturar" e quem sabe o que você vai fazer numa condição desta. É por esta razão que devemos desenvolver a nossa paciência para que nós possamos dar bem um com o outro melhor.

Wednesday, January 12, 2011

Week of 10 Jan - 14 Jan 2011

"Take the question ' what is a weed?' Is there an essence of 'weedness'--a special something a je ne sais quoi, that weeds share and that distinguishes them from non-weeds? Anyone who has been enlisted to help weed a garden knows how hard it is to tell a weed from a non-weed and may wonder whether there is a secret. what would it be? how do yourecognize a weed? Well, the secret is that there isn't a secret. weeds are simply plants that gardeners don't want to have growing in their gardens. If you were curious about weeds, seeking the nature of 'weedness', it would be a waste of time to try to investigate their botanical nature, to seek distincitve formal or physical qualities that make plants weeds. You would have to carry out instead historical, sociological, perhaps psychological inquiries about the sorts of plants that are judged undesirable by different groups in different places. perhaps literature is like weed." (Jonathan Culler, What is Literature and Does it Matter?, 22)

Eu realmente ia comentar sobre esta parte do texto, antes que nós conversássemos sobre ele durante a aula na Quarta-Feira. Quando eu li o título deste artigo, What is Literature and Does it Matter?, eu respondi a pergunta na minha mente, pensando que Literature é qualquer coisa que é escrita e na verdade a definição não importa na realidade. Eu concordo muito com a analogia da erva daninha a respeito de literatura. Literature significa coisas diferentes para pessoas diferentes e como foi dito em aula, a definição é uma coisa subjetiva. Para mim a literature que fala mais ou que pega a minha atenção mais é literatura ficção, enquanto a literature poética é uma erva daninha para mim. Ou numa outra interpretação da frase, "Weeds are simply plants that gardeners don't want to have growing in their gardens.", o fato que pessoas talvez que queiram definir literatura e propõem que certo tipos de escritos não qualificam como literatura não quer dizer necesariamete que aqueles escritos não são literatura. A característica de ser literatura não é uma coisa para ser determinada por outras pessoas, é uma característica inerente em si. Então eu sou da opinião que não importa o que é literatura porque cada indivíduo tem que definir isso por si mesmo.